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Estrangeiros na MLS


Pelo terceiro ano consecutivo, o número de brasileiros atuando por times da Major League Soccer (MLS) ultrapassa 30 jogadores, totalizando 35 atletas. Um número recorde de brasileiros nesta liga que a cada ano que passa, cresce mais em termos de mídia, marketing, qualidade dos profissionais (atletas e staffs) e nível de competitividade.


Hoje a MLS conta com um total de 498 jogadores estrangeiros, atuando nas 29 equipes. Pode-se dizer que este número vem aumentando ao longo dos anos, tendo em vista a qualidade do campeonato que vem melhorando gradativamente, os investimentos que estão sendo aplicados, além de grandes nomes que estão escolhendo os Estados Unidos como destino para suas carreiras. Como é o caso do argentino Lionel Messi, os espanhóis Sergio Busquets e Jordi Alba, o brasileiro Douglas Costa, entre outros.


Mas porque os brasileiros estão escolhendo mudar para essa liga que é menos visada ao invés de seguirem para o leste europeu que é o “considerado tradicional” apenas para realizar o velho sonho europeu? Além dos brasileiros receberem ótimas propostas em geral pelos times da MLS, de ter uma qualidade de vida alta, oportunidade de oferecer um estudo de qualidade aos filhos, segurança, alguns jogadores gostam da ideia de jogar nos Estados Unidos por causa da facilidade de se comunicar, e não ficarem “refém” de um tradutor no seu dia-a-dia, uma vez que existem muitos brasileiros vivendo nos EUA, e de também, poder conseguir comunicar-se com falantes da língua espanhola, devido a proximidade dos idiomas.


Vale ressaltar por título de curiosidade, que o futebol norte-americano já contou com a participação do maior jogador de todos os tempos, o Rei Pelé, quem em 1975 decidiu dar uma chance aos estadunidenses, e vestiu a camisa do New York Cosmos.


Por fim, pode-se dizer que o número de brasileiros se dirigindo á MLS está por aumentar a cada ano, em razão da influência de jovens que tem o sonho de estudar e tentar uma carreira como jogador de futebol. Estes jovens atletas seguem aos EUA através de programas e bolsas universitárias, a onde eles além de estudar e conseguir um diploma, se tornam jogadores de futebol de suas respectivas universidades, e entram no radar das equipes profissionais do campeonato americano, com o sonho de profissionalizar-se por lá.

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